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O envelhecimento, aspiração de qualquer sociedade, só representará uma conquista

social quando for traduzido por uma melhor qualidade de vida.

A atenção se volta para a rapidez da mudança do perfil epidemiológico que vem

ocorrendo no Brasil e que não estamos preparados para enfrentar. A perspectiva de

crescimento da população acima de 60 anos colocará o Brasil, dentro de 25 anos, como a

6ª- maior população de idosos no mundo em números absolutos. Atualmente, contamos

com o número de 16 milhões de indivíduos com 60 anos ou mais, que passará a ser 32

milhões em 2025, que representará 15% de nossa população total, segundo fontes do

IBGE.

Em 1980, para cada 100 crianças, existiam 16 idosos e atualmente calcula-se que

essa proporção chegue a 30 crianças para 100 idosos. Segundo dados estatísticos, em

1991 havia 13,1 mil centenários no Brasil sendo que a maior parte se encontrava no

Estado de São Paulo (4,4 mil), seguido por Bahia (2,8 mil), Minas Gerais (2,7 mil) e Rio de

Janeiro (2 mil). Contaremos no ano de 2020 com uma população que crescerá 16 vezes

contra 05 vezes o crescimento da população geral, o que implica na necessidade de ajustar

o atual modelo de atenção à saúde do idoso, reformulando e aprimorando a participação

dos atores que estão inseridos nesse contexto

O conceito de saúde nessa faixa populacional é abrangente e não se restringe à

presença ou ausência de doença ou agravo e é estimada pelo nível de independência

e autonomia. A avaliação deve ser multidimensional,levando-se em conta o bem-estar

biopsicossocial e a necessidade de ações integradas da equipe multidisciplinar.

Todo cidadão tem direito ao acesso a serviços adequados às necessidades de saúde

individuais e coletivas. É nesse contexto que um novo olhar volta-se para a Saúde do Idoso

como uma das atuais prioridades das Políticas Públicas de Saúde.

A utilização de novos instrumentos, ferramentas e tecnologias surge como uma

nova perspectiva para essa abordagem. Daí a necessidade de melhorar a qualidade das

prestações de serviços ofertadas pelo sistema público, repensar o modo como as ações

são ofertadas e o papel de cada profissional dentro do novo contexto, organizar fluxos

e diretrizes e renovar o papel da assistência em atenção ao idoso na condição de um

processo de assistência integrado.

Dessa forma e considerando a necessidade de dispor de uma política devidamente

expressa relacionada à saúde do Idoso, bem como a conclusão do processo de elaboração

da referida política, após consultas a diferentes segmentos e aprovação pelos órgãos

competentes, o Ministério da Saúde resolveu aprovar a Política Nacional de Saúde do

Idoso, Portaria GM/MS Nº. 1395/99.

A Coordenadoria de Atenção ao Idoso foi criada em agosto de 2002 e explicita a

proposta da Secretaria Estadual no que se refere à elaboração, coordenação e execução de

projetos e implantação das políticas públicas para a população idosa no Estado de Minas


 
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